“Visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração.” (1 Tessalonicenses 2:4)
1. Tradição judaica
Na tradição judaica, os profetas eram conhecidos por sua fidelidade a Deus acima de qualquer coisa. Eles estavam preocupados em agradar a Deus, não o povo. Jeremias, por exemplo, muitas vezes se via em apuros por falar o que Deus lhe mandava, mesmo que isso fosse totalmente impopular. E você, quando fala de Deus, está buscando agradar a quem? Às pessoas ao seu redor ou a Deus?
Será que, às vezes, caímos na armadilha de moldar nossa mensagem para que ela seja bem recebida por todos, quando o foco deveria ser a fidelidade a Deus?
2. Contexto histórico
Na época de Paulo, ser um orador bem-sucedido significava agradar o público.
Muitos moldavam suas mensagens para ganhar aplausos ou favores. Mas Paulo? Ele diz claramente que está ali para agradar a Deus. Será que, em algum momento, já moldou suas palavras ou ações para agradar quem estava ouvindo, em vez de ser fiel ao que Deus está pedindo?
Talvez você já tenha sentido aquela pressão sutil: “Se eu falar o que realmente penso, será que vão gostar de mim? Será que vão me aceitar?”
3. Arqueológico
Imagine as grandes cidades greco-romanas cheias de estátuas de deuses e altares para todos os gostos. Nessas cidades, como Tessalônica, muitos pregadores e filósofos usavam essas imagens e crenças populares para agradar e ganhar a atenção do povo. Paulo? Ele estava pregando algo completamente diferente, uma mensagem que muitas vezes ia contra a maré.
E você? Está nadando contra a corrente para agradar a Deus ou preferindo seguir o fluxo cultural para não gerar conflitos?
4. Cultural
Na cultura grega, a aprovação pública era uma espécie de moeda. Ser bem falado, ser popular, isso era o que definia o sucesso de muitos oradores. Mas Paulo está aqui para nos lembrar: agradar as pessoas pode até te fazer popular por um tempo, mas é agradar a Deus que realmente importa.