
Título: Quando a graça incomoda mais do que a doença
Texto bíblico :
"E os judeus perseguiam Jesus, porque fazia estas coisas no sábado. Mas Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. (...) Por isso, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus. (...) Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. (...) Para que todos honrem o Filho, do mesmo modo que honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou. (...) Eu nada posso fazer de mim mesmo." (João 5:16-30)
A cura que gera perseguição
Jesus havia acabado de levantar um homem que estava há 38 anos paralítico. Mas em vez de celebração, veio perseguição. Por quê? Porque Ele fez isso no sábado. A religião institucionalizada estava mais preocupada com regras do que com vidas.
A cegueira dos líderes
É assustador: líderes que conheciam a Lei não conseguiram se alegrar com um homem restaurado. Quando a fé se torna um sistema rígido, ela perde a capacidade de enxergar a graça.
Jesus como Filho de Deus
Aqui está o coração da polêmica. Jesus chama Deus de Pai, e isso não era linguagem comum. Ele não está falando no sentido genérico de "todos somos filhos". Ele está declarando uma unidade única e eterna com o Pai.
A submissão perfeita
Jesus diz: “Não posso fazer nada por minha própria conta.”
Isso não significa fraqueza, mas unidade. Ele age em plena harmonia com o Pai. O Filho não tem agenda própria. O que o Pai faz, o Filho também faz.
Cristo é o Filho eterno, de mesma essência do Pai.
Ele é o Deus que cura, mas que também escandaliza, porque sua graça confronta sistemas mortos.